
2 semanas depois
Depois que Daniel saiu fui à cozinha pra ver algo comestível, ao descer escuto a campainha tocar. Será que Daniel esqueceu algo?! Abri a porta.
-Oi amor. –Disse ele me puxando, acariciei seus cabelos negros. NEGROS?!
-Me solta! Agora! –Gritei tentando empurrá-lo. Agentes da CIA apareceram e levaram Still. Fechei a porta em desespero. Será que esse cara não desiste?! E outra, pra quê todos esses agentes aqui?! Daniel! Peguei o telefone e liguei pra ele.
Ligação on:
-Hello.
-Daniel Longbutton!
-O que houve amor? Tudo bem?
-Não tem nada bem! Pra quê todos esses agentes?!
-Calma... Eu já to voltando.
Ligação off
Ele chegou em casa em uns 5 min.
-Amor! –Disse ele vindo até mim sorrindo.
-Nada de “amor”! O que eles estão fazendo aqui?!
-Te protegendo.
-De que?!
-Still!
-Você não confia em mim?
-Confio. Só não confio nele.
-Daniel! Ele estava quase morto a duas semanas!
-Não é pra tanto e ele é um idiota! O que o impede de tentar de novo?! –Me cale. Ele sorriu e me beijou. –Só estou preocupado com você...
-Obrigado... Mas, Daniel... Eu os quero fora!
-Mas...
-Daniel.
-Ok. –Ele estalou os dedos e saíram agentes da CIA dos lugares mais improváveis. –Pronto. –Ele voltou a me beijar.
-Daniel...
-Outro enjôo?
-Não... Daniel, eu realmente acho que você precisa ir trabalhar.
-Mas eu quero...
-Eu também quero, mas você tem alguns deveres a cumprir. Certo? –Disse cortando-o.
-OK. –Ele se afastou e saiu. Ótimo Sarin! Agora você está sozinha nessa casa gigantesca! Briguei comigo mesma.
Liguei a TV pra ver se eu conseguia entender alguma coisa, mas desliguei assim que começaram a falar algo sobre os russos. Não entendi muito bem, mas dava pra ver que não era nada bom. Fiquei então deitada no sofá.
Eu estava olhando o teto quando ouvi uma voz atrás de mim.
-Sarin. –Olhei pros lados, mas não vi ninguém. A voz torna a me chamar, então saio pela casa à procura do dono da voz. Já tinha olhado todo o 1º andar e não encontrei ninguém então fui até o meu quarto e lá, deitado na minha cama estava ele. Still. –Olá amor. –Sai correndo de lá. Mas Still me seguiu até a cozinha. Eu estava encurralada. Ele me abraçou por trás. –Você é minha.
-AAAAHHH!!!!!!!!! –Gritei.
-O que houve amor? –Daniel estava sentado no chão me olhando.
-Still! Ele estava aqui!
-Amor, não tem ninguém aqui.
-Ele estava aqui!
-Foi só um sonho. –Olhei em volta. Ele tinha razão. Eu havia adormecido no sofá, mas me recusava a acreditar que tinha sonhado com Still! Daniel beijou minha testa e foi tomar banho. Eu fui até a cozinha. Já eram quase 5 horas e eu nem tinha tomado café da manhã. Quando estava chegando na porta da cozinha o telefone tocou.
-Hello. –Tentei atender como Daniel. A ligação caiu e a energia também.
-Sarin? –Daniel me chamou saindo do banheiro. Uma sombra se moveu atrás de mim e depois não lembro de mais nada.
-Acordei em um quarto estranho. Eu estava vestida com uma camisola rosa de seda e a luz forte do Sol entrava apenas por uma fresta na janela coberta com cortinas escuras. Percebi que também estava presa pelos braços numa cama redonda. Tentei me soltar, mas eu não tinha comido nada, estava fraca e com muita fome. Aos poucos uma sombra encostada na parede começa a se aproximar. Me desesperei.
-Como vai a bela adormecida? –Still!
-Com fome! –Ele bufou.
-Não está na hora de cuidar de você. 1º vamos cuidar de nós, se você for boazinha eu vejo algo pra você comer. –Ele estava por cima de mim na cama e começo a acariciar meu cabelo e me beijar. Eu tinha nojo dele e não ia deixá-lo me tocar de novo! Eu estava fraca, mas como minhas pernas estavam fracas a única solução foi chutá-lo. Ele quase caiu e não gostou muito disso. Voltou pra cima de mim e abaixou um pouco a alça da camisola mordendo de leve meu ombro. Senti um calafrio e pensei rápido.
-Eu... Me rendo... –Disse baixinho. Ele sorriu vitorioso.
-Sabia que não ia resistir a mim. –Tentei sorrir.
-Será que você podia me soltar, amor? –Falei beijando-o.
-Claro. –ele sorriu e soltou minhas mãos deitando-se a meu lado.
-Vamos brincar. OK? –Disse sorrindo e prendendo os braços dele. Ele sorriu com malicia.
-O que você vai fazer hein?! –Me levantei e vesti um casaco por cima daquela camisola idiota, por baixo dela coloquei minha calça jeans que estava em cima de uma mesa junto com minha blusa que peguei. Peguei também a chave do carro. –Sarin? Sarin! O que você está fazendo? Sarin!
-Tchau. –Disse correndo pra fora. Droga. Como é que eu vou dirigir?! Respirei fundo e no carro tirei a camisola e pus a blusa. Depois com muita calma consegui ligar o carro e cheguei a casa sem maiores danos.
6 meses depois
Depois que Daniel saiu fui à cozinha pra ver algo comestível, ao descer escuto a campainha tocar. Será que Daniel esqueceu algo?! Abri a porta.
-Oi amor. –Disse ele me puxando, acariciei seus cabelos negros. NEGROS?!
-Me solta! Agora! –Gritei tentando empurrá-lo. Agentes da CIA apareceram e levaram Still. Fechei a porta em desespero. Será que esse cara não desiste?! E outra, pra quê todos esses agentes aqui?! Daniel! Peguei o telefone e liguei pra ele.
Ligação on:
-Hello.
-Daniel Longbutton!
-O que houve amor? Tudo bem?
-Não tem nada bem! Pra quê todos esses agentes?!
-Calma... Eu já to voltando.
Ligação off
Ele chegou em casa em uns 5 min.
-Amor! –Disse ele vindo até mim sorrindo.
-Nada de “amor”! O que eles estão fazendo aqui?!
-Te protegendo.
-De que?!
-Still!
-Você não confia em mim?
-Confio. Só não confio nele.
-Daniel! Ele estava quase morto a duas semanas!
-Não é pra tanto e ele é um idiota! O que o impede de tentar de novo?! –Me cale. Ele sorriu e me beijou. –Só estou preocupado com você...
-Obrigado... Mas, Daniel... Eu os quero fora!
-Mas...
-Daniel.
-Ok. –Ele estalou os dedos e saíram agentes da CIA dos lugares mais improváveis. –Pronto. –Ele voltou a me beijar.
-Daniel...
-Outro enjôo?
-Não... Daniel, eu realmente acho que você precisa ir trabalhar.
-Mas eu quero...
-Eu também quero, mas você tem alguns deveres a cumprir. Certo? –Disse cortando-o.
-OK. –Ele se afastou e saiu. Ótimo Sarin! Agora você está sozinha nessa casa gigantesca! Briguei comigo mesma.
Liguei a TV pra ver se eu conseguia entender alguma coisa, mas desliguei assim que começaram a falar algo sobre os russos. Não entendi muito bem, mas dava pra ver que não era nada bom. Fiquei então deitada no sofá.
Eu estava olhando o teto quando ouvi uma voz atrás de mim.
-Sarin. –Olhei pros lados, mas não vi ninguém. A voz torna a me chamar, então saio pela casa à procura do dono da voz. Já tinha olhado todo o 1º andar e não encontrei ninguém então fui até o meu quarto e lá, deitado na minha cama estava ele. Still. –Olá amor. –Sai correndo de lá. Mas Still me seguiu até a cozinha. Eu estava encurralada. Ele me abraçou por trás. –Você é minha.
-AAAAHHH!!!!!!!!! –Gritei.
-O que houve amor? –Daniel estava sentado no chão me olhando.
-Still! Ele estava aqui!
-Amor, não tem ninguém aqui.
-Ele estava aqui!
-Foi só um sonho. –Olhei em volta. Ele tinha razão. Eu havia adormecido no sofá, mas me recusava a acreditar que tinha sonhado com Still! Daniel beijou minha testa e foi tomar banho. Eu fui até a cozinha. Já eram quase 5 horas e eu nem tinha tomado café da manhã. Quando estava chegando na porta da cozinha o telefone tocou.
-Hello. –Tentei atender como Daniel. A ligação caiu e a energia também.
-Sarin? –Daniel me chamou saindo do banheiro. Uma sombra se moveu atrás de mim e depois não lembro de mais nada.
-Acordei em um quarto estranho. Eu estava vestida com uma camisola rosa de seda e a luz forte do Sol entrava apenas por uma fresta na janela coberta com cortinas escuras. Percebi que também estava presa pelos braços numa cama redonda. Tentei me soltar, mas eu não tinha comido nada, estava fraca e com muita fome. Aos poucos uma sombra encostada na parede começa a se aproximar. Me desesperei.
-Como vai a bela adormecida? –Still!
-Com fome! –Ele bufou.
-Não está na hora de cuidar de você. 1º vamos cuidar de nós, se você for boazinha eu vejo algo pra você comer. –Ele estava por cima de mim na cama e começo a acariciar meu cabelo e me beijar. Eu tinha nojo dele e não ia deixá-lo me tocar de novo! Eu estava fraca, mas como minhas pernas estavam fracas a única solução foi chutá-lo. Ele quase caiu e não gostou muito disso. Voltou pra cima de mim e abaixou um pouco a alça da camisola mordendo de leve meu ombro. Senti um calafrio e pensei rápido.
-Eu... Me rendo... –Disse baixinho. Ele sorriu vitorioso.
-Sabia que não ia resistir a mim. –Tentei sorrir.
-Será que você podia me soltar, amor? –Falei beijando-o.
-Claro. –ele sorriu e soltou minhas mãos deitando-se a meu lado.
-Vamos brincar. OK? –Disse sorrindo e prendendo os braços dele. Ele sorriu com malicia.
-O que você vai fazer hein?! –Me levantei e vesti um casaco por cima daquela camisola idiota, por baixo dela coloquei minha calça jeans que estava em cima de uma mesa junto com minha blusa que peguei. Peguei também a chave do carro. –Sarin? Sarin! O que você está fazendo? Sarin!
-Tchau. –Disse correndo pra fora. Droga. Como é que eu vou dirigir?! Respirei fundo e no carro tirei a camisola e pus a blusa. Depois com muita calma consegui ligar o carro e cheguei a casa sem maiores danos.
6 meses depois

Cheguei em casa depois de passar a manhã com a Kate, eu estava cansada de carregar aquela barriga enorme de 8 meses, mas Daniel achava que eu estava linda. Tinha uma moça com os cabelos e olhos castanhos sentada no sofá da sala.
-Hello. –Disse ela sorrindo.
-Hello. Quem é você? –Disse com meu inglês com sotaque.
-Katherine.
-Nunca ouvi falar. –Tentei dizer ainda no meu inglês pobrinho.
-O Dan nunca falou? –Disse ela em inglês fingindo uma decepção enquanto se levantava.
-Dan... Te conhece?
-Sim. Sou a “lover” dele. –Lover?! Love=amor. Lover=amante?!
-Por que eu deveria acreditar em você?
-O que eu estaria fazendo aqui se não esperando-o? O Dan ia atrás de você pra terminar tudo. É comigo que ele quer ficar. –Senti meu mundo desabando, perdi o chão. Expulsei-a de lá e me sentindo fraca e tonta liguei pra Kate.
Ligação on
-Hello? –Atendeu ela.
-Kate... é Sa-Sarin... Vem... Pra cá! Please...
-O que houve? Sarin! Sarin! –A voz de Kate ficou distante. Tudo escureceu...
Desmaiei.
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